quinta-feira, 5 de julho de 2012

Opostos se atraem


Como certa vez postei por aqui, quando esta que vos escreve ainda não tinha vivido tantas coisas, questionei o motivo de sempre interpretarem nossas ações e reações com razões sentimentais. Hoje me deparei, depois de um acontecimento, com mais um paradigma que sempre levaram para o lado emocional, a máxima: os opostos se atraem.

Refletindo um pouco entendi que, pelo menos ao que eu pensava se referir a um determinado casal com comportamentos e personalidades opostas, não tem de fato nada a ver com o verdadeiro significado da frase, pelo menos para mim de agora em diante. Os opostos se atraem, se refere aos antônimos que se imprimem em situações que iremos nos deparar no decorrer da vida.

Nada como se deparar com a morte de alguém querido, para fazer com que você dê um jeito na sua vida, ou passe a vivê-la mais intensamente. Nada como uma situação de ódio, para te fazer valorizar o amor. Nada como presenciar o mal, para querer praticar o bem. Nada como viver uma partida, para gostar mais das chegadas e nada como perder algo para ser imensamente grato aos ganhos.

Infelizmente nós, humanos, somos assim. Quem não goste que vire um pato. O ideal disto tudo é, de acordo com o nosso amadurecimento, aprendermos que não precisamos chegar ao oposto para mudarmos, com tombos a gente vai aprendendo a andar com mais cuidado. Isso faz parte, são estes opostos que aprendi a evitar que hoje me fazem diferente daquela Rebecca, que certa vez escreveu o texto citado no começo do post (com todo bom humor) há 4 anos atrás. Sei lá, só precisava/queria falar sobre isso.

domingo, 24 de junho de 2012

Casa

Neste exato momento estou em casa. Casa. Não aquela que moro, mas aquela que sempre chamarei de casa, pois é onde minha família mora. Eu estava há seis meses sem vir para cá, meses que hoje pareceram dias, e dias que pareceram anos. Os mais chegados saberão o motivo, para os menos chegados: o motivo é que me mudei. Me mudei de cidade, me mudei de casa.

É o que sempre dizem, casa é onde nosso coração está, e meu coração estará aonde eu estiver. Hoje vindo para cá, li no avião uma matéria sobre o filme 'Na Estrada', nele Walter Salles descrevia que sua paixão pelos 'road movies' começou quando a primeira imagem que ele se lembrava era o vidro traseiro de um carro e a estrada ficando para trás no horizonte. Também dizia que uma característica forte dos personagens de 'road movies' é que eles sempre buscam o auto-conhecimento, e ele vem justamente pelo conhecimento do desconhecido, sendo o familiar apenas algo casual, não provocando neles nada de especial. Aquilo me chamou atenção, talvez pela identificação. (rimou!)

Talvez seja por isso que eu seja fascinada por viagens e por conhecer coisas até então desconhecidas. Talvez seja por isso que me mudei. Hoje, sou grata ao desconhecido. Acho que posso dizer que minha casa é um lugar desconhecido, ou qualquer lugar que me possa proporcionar o auto-conhecimento, logo a satisfação. O desconfortável é o meu confortável. O desconhecido é o meu familiar. E posso dizer então que justamente aqui, onde me é conhecido e confortável, o tempo longe me proporcionou ao retornar, momentos de auto-conhecimento e até mesmo reconhecimento. Minha casa pode ser um hotel, minha casa pode ser uma estrada, minha casa pode ser um quarto, minha casa pode ser um abraço, minha casa é onde meu coração está aberto e satisfeito. Então pronto... estou em casa. 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Guerra está Declarada

Meus períodos de postagem variam entre 6 meses a um ano, e toda vez que eu volto prometo não abandonar mais o blog, vou prometer de novo e desta vez tentar cumprir.

Desde Setembro do ano passado até o presente momento tantas coisas aconteceram, tantas coisas mesmo, consegui realizar alguns sonhos: euro-mochilão, vir para São Paulo na busca de trabalhar com o que eu sempre quis, entre outros menores. Mas os acontecimentos em si dão um post gigantesco, que vou deixar para depois, ou para nunca mesmo.

O que marca meu retorno é falar sobre um filme que desde que assisti tem 'martelado' em minha cabeça escrever sobre ele, se eu falar que o filme é incrivelmente sensacional pode te deixar com a expectativa lá em cima e você se frustar, não permitindo o mesmo encantamento que eu tive ao vê-lo, então falarei que o filme é muito bom.

Eu o assisti em Janeiro, e toda vez que alguém me pede um filme para indicar não consigo indicar outro, vou tentar explicar o por que. Não apenas porque é francês, se passa na linda Paris, não apenas porque tem uma trilha muito boa ou porque a sensibilidade do filme é tão grande que exala da tela, mas a obra em si é muito bem sucedida. Toda vez que gosto bastante de um filme não consigo apenas assistí-lo e adeus, me sinto no dever (como cinéfila declarada) investigar o máximo que eu puder. E nesta "investigação" o que mais me surpreendeu... bom antes vê aí o trailer.


Bom, o filme conta a história de Romeu e Julieta, irônico a ponto dos próprios personagens brincarem com isso quando se conhecem, os dois se apaixonam, ficam juntos e tem um filho, até aí uma história como outra qualquer, até que então os dois se deparam com a doença de seu filhinho ainda bebê, e a história vai se desenrolando em como o jovem casal reage a algo que exige tanta força e maturidade, ok... é um drama, mas e se eu te contar que está é história dos dois atores do filme. 

Escrito e dirigido por Valérie Donzelli, que por sinal faz o papel de si mesma, seu companheiro no filme intrepretado por Jérémie Elkaïm, também foi seu marido na vida real, e ainda conta com a participação do próprio filho, Gabriel Elkaïm, fazendo o papel também dele mesmo no final. Valérie e Jérémie realmente passaram por todo o drama que o filme retrata, não estão mais juntos, porém se juntaram para fazer este ótimo filme, com um baixíssimo orçamento e que foi selecionado para representar a França na luta pelo Oscar de melhor filme estrangeiro este ano.

A Guerra está Declarada (o filme meio que explica a metáfora do título) vale realmente a pena, se prepare para as lágrimas, para a ótima trilha, para os lindos planos, para simplicidade e sensibilidade, deixando no final aquele gostinho de encantamento, e aqueles com disposição para "filmmaking", perceberão que se foram capazes de fazer um ótimo filme sem recursos, vão crer que também são.

domingo, 18 de setembro de 2011

Coming Soon

Eba! Meu assunto favorito: CINEMA! Eu ia escrever um post mais profundo, afinal antes 'revitalização' do blog, fazia mais de um ano que eu não postava nada por aqui, mas vamos deixar o post pseudo-intelectual para depois e falar das novidades de cinema que estão por vir.

Obviamente, todos os filmes que postarei serão filmes que quero ver, a minha peneira de wanna-see para vocês, com a ajuda do meu amado app do IMDB, lá vai:

Para começar bem, como fã de romances que sou, vamos começar com One Day, já vi o trailer milhões de vezes e em todas fico com o coração apertadinho de tão fofo. O filme aqui se chamará Um Dia (claro!), tem como casal principal dois atores muito bons desta geração, Anne Hathaway (O Diabo veste Prada e a futura Mulher Gato do novo Batman) e Jim Sturgess (o lindinho de Quebrando a Banca e Across the Universe).

Eu nunca os havia imaginado juntos, mas tirando esse sotaque fake britânico da Anne, a química entre eles parece ter funcionado direitinho. A história conta a trajetória de dois amigos que se encontram por 20 anos no dia em que se conheceram desde 1988 (entenderam?), se passa na Escócia, Londres e se eu não me engano tem uma cena em Paris, filme baseado no livro homônimo de David Nichols, e eu estou doida para ver o filme e ler o livro!

 Missão Impossível 4, bom Missão Impossível é um pequeno marco na minha vida, meu pai amava, e só de ouvir o theme do filme minha adrenalina aumenta um pouquinho. Acho que já vi os filmes inúmeras vezes, as memoráveis cenas do Tom Cruise pendurado durante uma escalada, a cena que ele quebra algumas lâmpadas do hall e joga no chão, sem contar pombas brancas voando no meio do nada (característica marcante do direton John Woo em alguns de seus filmes). O 4 virá recheado de ação e pelo trailer já empolga com uma trilha do Eminem e já percebemos efeitos dignos de uma era pós Avatar e Transformers. Com certeza verei no cinema!

Os Três Mosqueteiros, já encanta  pelas cenas de ação e pelos lindos cenários, ainda conta com Orlando Bloom (Piratas do Caribe) e Christoph Waltz (meu vilão favorito! - Bastardos Inglórios e Água para Elefantes). Vale a pena, ainda mais pela famosa história de Aramis, Porthos, Athos e D'Artagnan e seu famoso brado: Um por todos, todos por um.

E mais um filme de ação bem bacana é Real Steel (Gigantes de Aço) que se Deus quiser verei no Imax (!). A história é legal, conta com muitos efeitos e cenas de ação no padrão Transformers, e claro com Hugh Jackman (eterno Wolverine) em uma fofa trama pai e filho. Botei fé no filme.

Já que enchi o post de filmes de ação, vamos falar dos wanna-see e must-see filmes de super heróis (que particularmente curto):
- Capitão América, assisti na estréia, cinema lotado e ainda uma agradável atendente que olhando para mim e para minhas duas amigas, perguntou: Vocês estão sozinhas?, enfim já superamos isso. O filme é muito bom, o trabalho que fazem para deixar o Chris Evans (Quarteto Fantástico) feio é fantástico. Não sei se é porque eu estava com baixas expectativas mas o filme superou!
- X-Men First Class, como fã de X-Men é claro que tive que conferir. Com James McAvoy (O Procurado), Kevin Bacon, Jennifer Lawrence (O Inverno da Alma) e Michael Fassbender (o Magneto mais lindo, guardem esse nome, o cara tá bombando!), esse X-Men é ótimo! É difícil elencar um melhor, mas este (com muito pesar no coração) chega lá.
- Os Vingadores, está sendo rodado ainda, ele será a junção de vários super heróis, tais como Capitão América, Thor, Iron Man, mais uma mega produção puramente para se tornar um blockbuster e arrastar milhares de pessoas... que com certeza verei.

Agora meus favoritos:
- Super Homem, estão produzindo ainda, mas meninas este Super Homem promete arrancar muitos suspiros com Henry Cavill (google it!), e o meninos poderão contar com um herói macho de verdade.
- Batman -The Dark Knight Rises, esse eu tô maluca para ver logo, mas ainda estão filmando. Bom para começar foi escrito por Christopher Nolan e pelo irmão dele Jonathan Nolan e dirigido pelo Chris (que intimidade - para quem não sabe Christopher Nolan é o diretor do fabuloso A Origem!), este fato por si só já me arrastaria para o cinema, só que não pára por aí, o filme tem um elenco FANTÁSTICO!!! O Batman continua o mesmo, Christian Bale, e tem: Tom Hardy (A Origem), Marion Cotillard (A Origem e Piaf), Anne Hathaway (como a nova Batgirl), Joseph Gordon-Levitt (anotem este nome também! A Origem e o lindo maravilhoso 500 Dias com Ela), Michael Cane (o mordomo mais famoso de todos), Morgan Freeman (nem precisa dizer né que filme ele fez?!) e Gary Oldman.. UFA! De cachê aí eles torraram o valor de uma produção inteira, mas um filme tão estrelado assim TEM que ser ótimo, e é com isso que estou contando. Olhem o Teaser:

E last but not least: O Espetacular Homem Aranha, sincera e honestamente, não sei o que esperar do filme só sei que tem Andrew Garfield e Emma Stone (dois queridinhos de Hollywood, ótimos! Ah, eles estão namorando) e tem direção de Marc Webb (do meu amado 500 Dias com Ela). Vou ver pelo conjunto, pois a história já conhecemos, sim... repetirá a história de Peter Parker descobrindo que virou Homem Aranha, escutando que: "With great powers comes great responsability", perdendo o Uncle Ben, e beijando a Mary Jane de ponta cabeça. Enfim, é como os críticos disseram, deveria existir uma lei para proibir remake com menos de 30 anos.

Ainda tem vários filmes bacanas que estão sendo filmados ou prontos para estreiar, mas vamos deixar para o Coming Soon, part. 2! Quem teve paciência de ler tudo, espero que tenha gostado, acho que estou oficialmente de volta a ativa!

Gostou? Então, comenta! :D

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cara nova, nova página.

Depois de muito me cobrar para voltar a escrever aqui neste humilde blog, comecei do começo. Uma nova fase, sem Rebecca's Secrets (isso é tão 2007), além do mais meus "secrets" do jeito que eu sou boca aberta não deveria ser novidade para ninguém.

Aqui estreio então As Viagens de Rebecca, como sou uma moça trabalhadora que tem apenas um mês de férias por ano, já adianto que essas viagens serão mais devaneios do que as próprias viagens em si, tirando é claro minhas tão sonhadas férias que estão chegando daqui mais ou menos duas semanas.

Resolvi dar uma arrumada no blog justamente por causa delas, depois de me inspirar nos milhares blogs de viagens que li nestes últimos meses, resolvi voltar a escrever, como eu já me conheço aproveitem enquanto estarei inspirada!

O novo topo foi uma montagem experimental que fiz no Photoshop, juntando algumas de minhas paixões. Espero que todos gostem desta nova página, tanto da vida, quanto do blog.


quarta-feira, 26 de maio de 2010

The Only Guide to Hapiness You´ll Ever Need

Peguei este texto do blog: http://fashionmelon.blogspot.com/
É em inglês mas creio que a essência será captada. Aqui apresento a vocês "O único guia de felicidade que você precisará"

Happiness shouldn’t be something that happens to us in the future, maybe someday, if things go well. Happiness should be here and now, who we are now, with the people we’re with now, doing the things we’re doing now. And if we’re not with people who make us happy, and doing things that make us happy … then we should take action to make that happen.
  1. Be present. Don’t think about how great things will be in the future. Don’t dwell on what did or didn’t happen in the past. Learn to be in the here and now, and experience life as it’s happening, and appreciate the world for the beauty that it is, right now. Practice makes perfect with this crucial skill.
  2. Connect with others. In my experience, very few things can achieve happiness as well as connecting with other human beings, cultivating relationships, bonding with others. Some tips on doing this.
  3. Spend time with those you love. This might seem almost the same as the item above, and in reality it’s an extension of the same concept, a more specific application. Spending time with the people you love is extremely important to happiness … and yet it’s incredible how often we do just the opposite, and spend time alone, or disconnected from those we love, or spend time with people we don’t much like. Make it a priority to schedule time with the people you love. Make that your most important item of the day. For myself, I have a time when I cut off work, and the rest of the day is for my family. Weekends are exclusively for my family. And by setting aside this sacred time, I ensure my happiness by letting nothing come between me and the people I love most.
  4. Do the things you love. What do you love doing most? Figure out the 4-5 things you love doing most in life, the things that make you happiest, and make those the foundation of your day, every day. Eliminate as much of the rest as possible. For me, the things I love doing are: spending time with my family, writing, reading, and running. I do those things every day, and very little else. It may take awhile to get your life down to your essentials like I have (it took me a few years of careful elimination and rescheduling and saying “no” to requests that aren’t on my short list), but it’s worth the effort.
  5. Focus on the good things. Everyone’s life has positive and negative aspects — whether you’re happy or not depends largely on which aspects you focus on. Did you lose today’s softball game? At least you got to spend time with friends doing something fun. Did you sprain your ankle running? Well, your body probably needed a week’s rest anyway, as you were running too much! Did your baby get sick? Well, at least it’s only a flu virus and nothing life-threatening … and at least you have a wonderful baby to nurse to health! You can see my point — almost everything has a positive side, and focusing on the positives make all the difference. My Auntie Kerry died last week (as you know), and I’m still grieving, but 1) I’m happy I spent time with her before her death; 2) her death has brought our family closer together; 3) her suffering has ended; and 4) it reminded me to spend more time with the people I love while they’re still alive.
  6. Do work you love. An extension, of course, of doing the things you love, but applied to work. Are you already doing the work you love? Then you’re one of the lucky ones, and you should appreciate how lucky you are. If you aren’t doing the work you love, you should make it a priority to try to find work you’re passionate about, and to steer your career in that direction. Take myself for example: I was doing work that I was good at (just last year), but that I wasn’t passionate about. I was passionate about writing, and so I pursued blogging … and with a year of hard work, was able to quit my day job and blog full time. I’m so much happier these days!
  7. Lose yourself in your work. Once you’ve found work you love, the key is to lose yourself in it … clear away all distractions, find an interesting and challenging task, and just pour all your energy and focus into that task. With practice, you’ll forget about the outside world. There are few work-related joys that equal this feeling. Read more.
  8. Help others. Is there any better feeling than helping a fellow human being? There aren’t many. And it’s not too hard — here are 25 ways.
  9. Find time for peace. With the hectic pace of life these days, it’s hard to find a moment of peace. But if you can make time for solitude and quiet, it can be one of the happiest parts of your day. Here’s how.
  10. Notice the small things. Instead of waiting for the big things to happen — marriage, kids, house, nice car, big promotion, winning the lottery — find happiness in the small things that happen every day. Little things like having a quiet cup of coffee in the early morning hours, or the delicious and simple taste of berries, or the pleasure of reading a book with your child, or taking a walk with your partner. Noticing these small pleasures, throughout your day, makes a huge difference.
  11. Develop compassion. Compassion is developing a sense of shared suffering with others … and taking steps to alleviate the suffering of others. I think too often we forget about the suffering of others while focusing on our own suffering, and if we learned to share the suffering of others, our suffering would seem insignificant as a result. Compassion is an extremely valuable skill to learn, and you get better with practice. Here’s how.
  12. Be grateful. Learning to be grateful for what’s in our lives, for the people who have enriched our lives, goes a long way toward happiness. It helps us to appreciate what we have and what we have received, and the people who have helped us. Read more.
  13. Become a lifelong learner. I find an inordinate amount of pleasure in reading, in learning about new things, in enriching my knowledge as I get older. I think spending time reading some of the classics, as well as passionately pursuing new interests, is energy well invested. Try to do a little of it every day, and see if it doesn’t make you happier.
  14. Simplify your life. This is really about identifying the things you love (see above) and then eliminating everything else as much as possible. By simplifying your life in this way, you create time for your happiness, and you reduce the stress and chaos in your life. In my experience, living a very simple life is also a pleasure in itself.
  15. Slow down. Similar to simplifying, slowing down is just a matter of reminding yourself that there’s no need to rush through life. Schedule less things on your calendar, and more space between things. Learn to eat slower, drive slower, walk slower (unless you’re doing it for exercise). Going slowly helps to reduce stress, and improve the pleasure of doing things, and keeps you in the present moment.
  16. Exercise. I’ve written about the pleasures of exercise many times. It can be hard to start an exercise program (here’s how) but once you get going, it relieves stress and can really give you a good feeling. I feel joyful every time I go out for a run!
  17. Meditate. You don’t need to join a Zendo or get a mat or learn any lotus positions, but the simplest form of meditation can really help you to be present and to get out of the worrying part of your head. You can do it right now: close your eyes and simply try to focus on your breathing as long as possible. Pay attention to the breath as it comes into your body, and then as it goes out. When you feel your mind start to wander, don’t fret, but just simply acknowledge the other thoughts, and then return to your breathing. Do this a little each day and you’ll get better at it.
  18. Learn to accept. One of the challenges for people like me — people who want to improve themselves and change the world — is learning to accept things as they are. Sometimes it’s better to learn to accept, and to love, the world as it is, and people as they are, rather than to try to make everything and everyone conform to an impossible ideal. I’m not saying you should accept cruelty and injustice, but learn to love things when they are less than “perfect”.
  19. Spend time in nature. Go outside and take a walk each day, or take the time to watch a sunset or sunrise. Or find a body of water — the ocean, a lake, a river, a pond — and spend time taking a look at it, contemplating it. If you’re lucky enough to live near some woods, or a mountain, or a canyon, go hiking. Time in nature is time invested in your happiness.
  20. Find the miracles in life. I absolutely believe in miracles, and believe that they are all around us, every day. My children are all miracles. The kindnesses of strangers are miracles. The life growing all around us is a miracle. Find those miracles in your life, and enjoy the majesty of them.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Se eu pudesse...

Desde que aderi ao formspring, venho me divertindo com as perguntas lá feitas. Me deparei um dia com a seguinte:

Se você pudesse voltar 10 anos no tempo e dizer alguma coisa a você mais jovem, o que seria?


Pensei em muitas coisas... lembrei de muitas coisas... como seria minha vida agora, ou que conselhos eu daria a menina Rebecca de 11 anos de idade que pudesse melhorar ou apenas mudar a vida da Rebecca de 21. Minha resposta foi:
Estude, não procrastine tanto as coisas, vá fazer high school nos EUA, fique mais tempo com seu pai e brigue menos com ele, espere pq príncipes existem! Respeite mais seus pais, ame mais as pessoas, guarde menos mágoas, enfim... viva!

Como lá é apenas uma brincadeira, aqui resolvi ir mais a fundo, a minha resposta eu acrescentaria:
Seja mais paciente com as pessoas, continue respeitando os mais velhos, tente desenvolver amor pelas suas irmãs, lute sempre pelo o que você quer, vá em frente em todos os seus sonhos, eles são e sempre serão tudo o que você tem, continue brincando de boneca até dizer chega... você vai sentir falta delas, nada absolutamente nada substitui sua família e seu Deus, e por fim seja criança sem medo... e não tenha pressa em virar a adolescente chata que você viraria.


Se eu pudesse ter tido esta oportunidade, acho que muitas coisas hoje seriam diferentes, como não tive... vou ajeitando.

Um grande beijo para você!